Um presidiário convence sua mãe a arriscar a própria segurança para levar um aparelho celular para ele dentro da penitenciária.
Abordar aspectos dúbios e contraditórios presentes em cada ser humano e envolver o público numa narrativa que gere incômodo — e, por consequência, reflexão — é o que me motiva na arte cinematográfica.




Abordar aspectos dúbios e contraditórios presentes em cada ser humano e envolver o público numa narrativa que gere incômodo — e, por consequência, reflexão — é o que me motiva na arte cinematográfica.
Neste sentido, “A Fábrica” é o trabalho que mais me agrada em minha pequena filmografia. O filme fala de temas caros para mim, como o amor e o sacrifício, e de um tema caro ao meu país: o nosso ineficiente sistema prisional.
Fugindo do estereótipo característico do cinema brasileiro, abordo de maneira crua a figura do presidiário, deixando de lado os crimes que cometeu e enfatizando aquilo que nos torna iguais a ele: a humanidade. — Aly Muritiba
